Densa força impalpável!
Sou matéria, carne
E opostos não se fazem.
No sopro existencial, eu sou o mundo
Cheio até a boca de consciência
Alinhavado sem um tom de céu
Torto vaso de barro vestido de versos
À seta da tradição não me rendo
Minha ponte tem a solidão de firmamento.
Monique Neiva

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